Mostrar mensagens com a etiqueta Outono. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Outono. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

domingo, 22 de setembro de 2013

L´AUTOMNE = L' ETE INDIEN




Nous marchions sur une plage un peu comme celle-ci
C'était l'automne, un automne où il faisait beau
Une saison qui n'existe que dans le Nord de l'Amérique
Là-bas on l'appelle l'été indien
Mais c'était tout simplement le nôtre
Avec ta robe longue tu ressemblais
A une aquarelle de Marie Laurencin
Et je me souviens, je me souviens très bien
De ce que je t'ai dit ce matin-là
Il y a un an, y a un siècle, y a une éternité

On ira où tu voudras, quand tu voudras
Et on s'aimera encore, lorsque l'amour sera mort
Toute la vie sera pareille à ce matin
Aux couleurs de l'été indien

Aujourd'hui je suis très loin de ce matin d'automne
Mais c'est comme si j'y étais. Je pense à toi.
Où es-tu? Que fais-tu? Est-ce que j'existe encore pour toi?
Je regarde cette vague qui n'atteindra jamais la dune
Tu vois, comme elle je reviens en arrière
Comme elle je me couche sur le sable
Et je me souviens, je me souviens des marées hautes
Du soleil et du bonheur qui passaient sur la mer
Il y a une éternité, un siècle, il y a un an

On ira où tu voudras, quand tu voudras
Et on s'aimera encore lorsque l'amour sera mort
Toute la vie sera pareille à ce matin
Aux couleurs de l'été indien

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

As estações do ano


A  todos os que, por aqui, passam, por acaso ou não.

O tempo neste blogue, à semelhança da realidade, mede-se pelas estações do ano e cada estação tem, como sub-título, uma pergunta, cuja resposta está relacionada com o que é publicado, por mim.

Quem é assíduo já percebeu o que me conforta, no inverno; o que me apaixona, na primavera; o que me anima e alegra, no verão e o que me aconchega e aquece, no outono.

A par destas "coisas" estão sempre as pessoas que me acompanham e estão presentes em todas as estações do ano. São elas que, verdadeiramente, me animam, me aquecem, me confortam e em quem eu me aconchego.

Sejam muito bem vindos!

14 de fevereiro de 2010

sábado, 22 de setembro de 2012

Outono com Lhasa | Mi vanidad

O outono começa hoje à tarde! Apreciemo-lo como ele merece.

terça-feira, 20 de março de 2012

Nas quatro estações: MIMAR!

MIMAR é a palavra que me apetece juntar às outras que caracterizam estas estações, - confortar, apaixonar, refrescar, animar, aquecer e aconchegar. A canção de Caetano belíssima, embora num sentido restritivo e limitado, é a minha escolha para emoldurar esta amorável palavra em As estações do ano. A marcar o início da primavera.



quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O que nos aconhegou e aqueceu, neste outono?

FADO: Património Imaterial da Humanidade. Foi este o acontecimento que, no final do outono, aconchegou e aqueceu a alma de muita gente, incluindo a minha.

A música, para mim, é sempre um aconchego.


Ó gente da minha terra

É meu e vosso este fado
Destino que nos amarra
Por mais que seja negado
Às cordas de uma guitarra

Sempre que se ouve o gemido
De uma guitarra a cantar
Fica-se logo perdido
Com vontade de chorar

Ó gente da minha terra
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que a recebi

E pareceria ternura
Se eu me deixasse embalar
Era maior a amargura
Menos triste o meu cantar

Ó gente da minha terra
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que a recebi

Ó gente da minha terra, poema de Amália Rodrigues. A música integra o álbum de Mariza Fado em Mim, e foi o primeiro single da intérprete, musicada por Tiago Machado.

domingo, 27 de novembro de 2011

Outono: Primavera.

Para todos vós que passam por aqui, por acaso ou não ...



Única canção cantada em português do novo álbum dos Gift Explode: Primavera. Lindíssima!

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Um chá de rooibos para duas pessoas.

Uma amiga minha disse-me que, hoje, passava por aqui. Especialmente para ela:

"Mma Ramotswe tinha uma agência de detectives em África, no sopé dos montes Kgale. O total dos seus haveres consistia numa pequena carrinha branca, duas secretárias, duas cadeiras, um telefone e uma velha máquina de escrever. Havia também uma chaleira, onde Mma Ramotswe - a única detective particular do Botsuana - onde fazia chá de rooibos. E três canecas - uma para ela, uma para a sua secretária, e outra para o cliente. De que mais precisa uma agência? As agências de detectives assentam na intuição e inteligências humanas, e Mma Ramotswe possuía ambas em abundância. É claro que nenhum inventário as incluiria."



Assim começa o romance de Alexander McCall Smith, A agência nº 1 de mulheres detectives, editorial Presença, 2ª edição.

E, para todos os que passarem por aqui, duas propostas para este outono: leitura deste livro (ou de outro!) e uma chávena de chá de rooibos com amêndoas, a acompanhar a leitura ou a boa companhia. Fiquem bem!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Voltar a Almada é sempre bom.

OUTONO

"Há em mim uma ternura desmedida pelas palavras.
Não há palavras que descrevam a loucura, o medo, os sentidos.
Não há nome para a tua ausência. Há um muro
Que os meus olhos derrubam. É OUTONO.
A pouco e pouco despem-se as palavras."

Poema de Joaquim Pessoa  Outono (excerto)

Encontrei este poema na Agenda Almada de outubro de 2011 que me veio parar às mãos, porque um amigo pegou nela  e, sem saber o que lhe fazer, deu-ma.


Companhia de Dança de Almada

Existem sempre bons motivos que me levam a ir até Almada. O aspeto cultural é um deles. E este mês de outubro está cheio de ótimas propostas. Festeja-se o mês da música, a quinzena da dança e a Festa do Cinema Francês, organizada pelo Institut Français de Portugal.  Entre muitas e variadas escolhas, destaco o filme Un poison violent, de Katell Quillévéré, 2010.


Mas o melhor, mesmo, é consultar a agenda e ir a Almada, por este motivo ou por outro.

sábado, 1 de outubro de 2011

O que nos refresca neste outono.

E neste verão que se prolongou pelo outono, ou neste outono que teima em ser verão, continuamos a ir à praia, à das barracas e dos toldos às riscas verdes e brancas, agora, desmontados, apanhar sol, molharmo-nos e dar um mergulho, sempre a pensar, quando será o último ... Talvez, por isso, nos saiba tão bem!


Foto de José Branco de Carvalho

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Outono e aconchego.

Apesar de eu ter querido prolongar o verão, o outono chegou com um sol morno, mas suficiente para nos aconchegar e acalentar, nos dias que vão ficando cada dia mais pequenos, mais frescos e menos ensolarados.

Ainda é tempo de ir à praia, agora, quase deserta e arriscar um mergulho (o último?!). Acabar de ler o livro, que ficou a meio, porque, no verão, o sol está muito forte e a vontade de fazer alguma coisa é quase nula. Iniciar um outro, cuja leitura se prolongará até ao inverno ...

(Usu)fruir das esplanadas de onde se vê o rio, o mar e a serra, a qualquer hora do dia, porque o calor já não aperta e "flâner" no lusco-fusco do final de tarde são as lembranças que eu guardo de outros outonos.

Em As estações do ano, o outono está relacionado com aconchego, que é uma das palavras bonitas do nosso vocabulário, não só pelo(s) seu(s) significado(s) como pela sua sonoridade, à semelhança das outras que acompanham este blogue animar, alegrar, refrescar, apaixonar, aquecer e confortar. Enfim, palavras amoráveis!



De volta pró aconchego

sábado, 24 de setembro de 2011

É lá que eu vou sentir o vento e provar, a tempo, todos os frutos de cada estação.



A estrada da montanha

Nessa estrada que vai à montanha
Há uma casa pequena
Onde um dia eu hei-de ir morar

Encanta e vale a pena
Ver a montanha serena contra o azul profundo do mar

É lá,
É lá que eu vou sentir o vento
E posso provar a tempo todos os frutos de cada estação

Nessa estrada que vai à montanha,
Lá na casa branca,
Já deixei o meu coração

- Ai é, Ai é,
- Pois é, eu também quero ir nessa estrada, qual é?

- Ai é, Ai é,
- Pois é, eu também quero ir aí!

Autor: Pedro Ayres de Magalhães

sábado, 18 de dezembro de 2010

O que me aconchega e aquece ...

O que me aconchega e aquece, neste Outono, é eu, ainda, acreditar que existem anjos.



"Every time a bell rings, an angel gets his wings." em   Bicho-carpinteiro

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

O Outono e a celebração do equinócio.

O Outono chega sempre com o calor do verão que, ainda, nos acalenta e aconchega, nos dias que vão ficando cada dia mais pequenos, mais frescos e menos ensolarados.

Ainda é tempo de ir à praia, agora, quase deserta e arriscar um mergulho (o último ?!). Acabar de ler o livro, que ficou a meio, porque, no verão, o sol está muito forte e a vontade de fazer alguma coisa é quase nula. Iniciar um outro, cuja leitura se prolongará até ao Inverno ...

(Usu)fruir das esplanadas de onde se vê o rio, o mar e a serra, a qualquer hora do dia, porque o calor já não aperta e "flâner" no lusco-fusco do final de tarde são as lembranças que eu guardo de outros Outonos.

E para quem celebrou o equinócio do alto do Formosinho, a minha admiração e os meus parabéns! Arrábida, um dos lugares mais belos que eu conheço. Perfeito para festejar a natureza! Com moscatel e tortas de Azeitão. Só lamento não ter estado lá ...



Por O Caos  - Clube de Actividades de Oxigénio e Sol