domingo, 4 de dezembro de 2016

Patricia Kaas chante "Avec le temps"





Avec le temps,
Avec le temps, va, tout s'en va,
On oublie le visage
Et l'on oublie la voix,
Le coeur quand ça bat plus,
C'est pas la peine d'aller chercher plus loin
Faut laisser faire, c'est très bien.
Avec le temps,
Avec le temps, va, tout s'en va
L'autre qu'on adorait,
Qu'on cherchait sous la pluie ;
L'autre qu'on devinait au détour d'un regard entre les lignes,
Entre les mots et sous le fard d'un serment maquillé
Qui s'en va faire sa nuit ;
Avec le temps tout s'évanouit...
Avec le temps, avec le temps, va, tout s'en va.
Même les plus chouettes souvenirs,
Ça t'a une de ces gueules.
A la galerie "J'farfouille" dans les rayons de la mort,
Le samedi soir quand la tendresse s'en va toute
seule.

Avec le temps,
Avec le temps, va, tout s'en va?
L'autre à qui l'on croyait, pour un rhume, pour un rien.
L'autre à qui l'on donnait du vent et des bijoux ;
Pour qui l'on eût vendu son âme pour quelques sous.
Devant quoi l'on s'traînait comme traînent les chiens.
Avec le temps, avec le temps, va,
Avec le temps va, tout s'en va?
On oublie les passions et l'on oublie les voix
Qui vous disaient tout bas, les mots des pauvres gens :
"Ne rentre pas trop tard, surtout ne prends pas froid".
Avec le temps,
Avec le temps, va, tout s'en va et l'on se sent blanchi
Comme un cheval fourbu et l'on se sent glacé
Dans un lit de hasard et l'on se sent tout seul,
Peut-être, mais pénard.
Et l'on se sent floué par les années perdues.
Alors vraiment, avec le temps?
On n'aime plus

Léo Ferré



quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Luísa Sobral | My Man


Acabadinho de sair ... o CD!

domingo, 13 de novembro de 2016

How fragile we are, how fragile we are | STING





FRAGILE

If blood will flow when flesh and steel are one
Drying in the colour of the evening sun
Tomorrow's rain will wash the stains away
But something in our minds will always stay
Perhaps this final act was meant
To clinch a lifetime's argument
That nothing comes from violence and nothing ever could
For all those born beneath an angry star
Lest we forget how fragile we are

On and on the rain will fall
Like tears from a star, like tears from a star
On and on the rain will say
How fragile we are, how fragile we are

On and on the rain will fall
Like tears from a star, like tears from a star
On and on the rain will say
How fragile we are, how fragile we are
How fragile we are, how fragile we are


Sting

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Anaquim e Jorge Palma | Apontar é feio (desapontar-te é pior)

Jorge de Sena | Ode para o futuro


Jorge de Sena nasceu a 2 de novembro de 1919

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Ode para o futuro

Falareis de nós como de um sonho.
Crepúsculo dourado. Frases calmas.
Gestos vagarosos. Música suave.
Pensamento arguto. Subtis sorrisos.
Paisagens deslizando na distância.
Éramos livres. Falávamos, sabíamos,
e amávamos serena e docemente.

Uma angústia delida, melancólica,
sobre ela sonhareis.

E as tempestades, as desordens, gritos,
violência, escárnio, confusão odienta,
primaveras morrendo ignoradas
nas encostas vizinhas, as prisões,
as mortes, o amor vendido,
as lágrimas e as lutas,
o desespero da vida que nos roubam
- apenas uma angústia melancólica,
sobre a qual sonhareis a idade de oiro.

E, em segredo, saudosos, enlevados,
falareis de nós - de nós! - como de um sonho.

Jorge de Sena

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Só por existir, só por duvidar ... JORGE PALMA






Só por existir
Só por duvidar
Tenho duas almas em guerra
E sei que nenhuma vai ganhar

Só por ter dois sois
Só por hesitar
Fiz a cama na encruzilhada
E chamei casa a esse lugar

E anda sempre alguém por lá
Junto á tempestade
Onde os pés não tem chão
E as mãos perdem a razão

Só por inventar
Só por destruir
Tenho as chaves do céu e do inferno
E deixo o tempo decidir

E anda sempre alguém por lá
Junto á tempestade
Onde os pés não tem chão
E as mãos perdem a razão

Só por existir
Só por duvidar
Tenho duas almas em guerra
E sei que nenhuma vai ganhar
Eu sei que nenhuma vai ganhar

Poema e música de Jorge Palma

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Pedro Moutinho e Tiago Bettencourt




Vou-te levando em silêncio de Pedro Moutinho

domingo, 2 de outubro de 2016

Parabéns, Sting!

Os momentos tornam-se mais especiais, acompanhados por música ...




Thousand Years de Sting

sábado, 1 de outubro de 2016

Dia Mundial da Música | Júlio Resende e Elisa Rodrigues

E tudo é pretexto para lembrar como a música é importante nas nossas vidas!



Dá-me lume de Jorge Palma




segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Dia Europeu das Línguas

Bem vindos a todos os que, por aqui, passam, por acaso, ou não! Aprendam línguas!

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

NOISERV

Porque a música, na minha vida, é uma das coisas que me anima e me aconchega, convido a quem passa por aqui, por acaso ou não, a ficar e a ouvir ...  NOISERV!

VINTE E TRÊS , 2016



de Noiserv (letra e música)

NÃO CANTO PORQUE SONHO, 2014  (versão de Noiserv)



Música de Fausto Bordalo Dias e A. P. Braga, 1974
Poema de Eugénio de Andrade


O PALCO DO TEMPO, 2010



Letra e música de Noiserv.



Septembre Song

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Diogo Piçarra | Dialeto

E, entre muitas músicas, esta ficou-me ...

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Às vezes no silêncio da noite ...

Foi um privilégio ouvir Caetano Veloso, ontem, no Coliseu!




de Peninha

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Sobe o Calor em Refrigerantes & Canções de Amor




"Sobe o calor", letra de Sérgio Godinho e música de Filipe Raposo, "Sobe o calor" integra a banda sonora do filme com argumento de Nuno Markl e realização de Luis Galvão Teles "Refrigerantes & Canções de Amor" que chega hoje às salas de cinema. Para desfrutar!

domingo, 14 de agosto de 2016

Comptine d' un autre été de Yann Tiersen

À la claire fontaine | The painted veil



The painted veil, 2006, filme de John Curran, baseado no romance de Somerset Maugham com o mesmo nome.

À la claire fontaine

À la claire fontaine
M'en allant promener,
J'ai trouvé l'eau si belle,
Que je m'y suis baignée.

Il y a longtemps que je t'aime
Jamais je ne t'oublierai.

Sous les feuilles d'un chêne
Je me suis fait sécher,
Sur la plus haute branche,
Un rossignol chantait.

Il y a longtemps que je t'aime
Jamais je ne t'oublierai.

Chante, rossignol, chante,
Toi qui as le coeur gai,
Tu as le coeur a rire,
Moi, je l'ai à pleurer.

Il y a longtemps que je t'aime
Jamais je ne t'oublierai.

J'ai perdu mon ami
Sans l'avoir mérité,
Pour un bouquet de roses,
Que je lui refusai.

Il y a longtemps que je t'aime
Jamais je ne t'oublierai.

Je voudrais que la rose
Fût encore au rosier,
Et que mon doux ami
Fût encore à m'aimer

Comptine

segunda-feira, 27 de junho de 2016

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Benvindo VERÃO!



Summertime de George Gershwin, interpretado por Norah Jones.

domingo, 5 de junho de 2016

segunda-feira, 11 de abril de 2016

sábado, 5 de março de 2016

Viagens | Pedro Abrunhosa





Já vai alta a noite, vejo o negro do céu,
deitado na areia, o teu corpo e o meu.
Viajo com as mãos por entre as montanhas e os rios,
e sinto nos meus lábios os teus doces e frios.
E voas sobre o mar, com as asas que eu te dou,
e dizes-me a cantar: "É assim que eu sou",
olhar para ti e ver o que eu vejo,
olhar-te nos olhos com olhares de desejo,
olhar para ti e ver o que eu vejo,
olhar-te nos olhos com olhares de desejo,
eu não tenho nada mais p'ra te dar,
esta vida são dois dias,
e um é para acordar,
das histórias de encantar,
das histórias de encantar.
Viagens que se perdem no tempo,
viagens sem princípio nem fim,
beijos entregues ao vento,
e amor em mares de cetim.
Gestos que riscam o ar,
e olhares que trazem solidão,
pedras e praias e o céu a bailar,
e os corpos que fogem do chão.

Viagens, 1994

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Contigo não há frio, nem inverno...



Clandestinos do Amor  (do filme Os gatos não têm vertigens)

Enquanto olhares para mim sou eterna
estou viva enquanto ouvir a tua voz
contigo não há frio, nem inverno
e a música que ouvimos vem de nós
...

Tu sabias que eu vinha ter contigo
pegaste-me na mão para dançar
como se acordasse um sonho antigo
...

Clandestinos do amor de António Pedro Vasconcelos

Quero um cavalo de várias cores

poema de de Reinaldo Ferreira

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Márcia | A insatisfação





Escrita fina
quando corre ensina
não dura um deserto que atravesse
Pode ir sendo
que demore um tempo
mais tarde ou mais cedo
lá me acerto

Na lembrança
o meu céu de criança
a quem nunca se entrega um tom cinzento
por momentos
vem num pensamento
e uma nuvem chove cá por dentro

Quase nada
(experimento o céu de negro que há de norte a sul
nunca me conforma
(prometo-me a mim mesma mais de céu azul)
a insatisfação
(temo que haja pouco pra me contentar)
nunca me abandona
(mas nada me impede de tentar)

Porque tento
andar atrás no tempo
e entender a chuva que acontece?
Como por magia
há sempre um novo dia
e outra Lua Nova que anoitece
Se a madrugada traz uma canção
pouco importa que me insista hoje em "dia não"
tomei o meu fastidio pra me atormentar
pedras no meu trilho são pra me assentar

Quase nada
(experimento o céu de negro que há de norte a sul
nunca me conforma
(prometo-me a mim mesma mais de céu azul)
a insatisfação
(temo que haja pouco pra me contentar)
nunca me abandona
(mas nada me impede de tentar)

...

Insatisfação, música e letra de Márcia. Junho de 2015

AMOR, como o vemos ... Almadança!

almadanca: "AMOR como o vemos..."

Em Almada, por onde é, sempre, um prazer passar ... Almadança.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

sábado, 5 de setembro de 2015

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Enquanto for só ternura de VERÃO ... Enquanto!



Um Caso Mais

Enquanto foi só um bom momento deu
Enquanto foi só um pensamento meu
Deus, deu só num caso forte a mais.

Enquanto se achava graça ao que se escondeu
E a horas eram mais longas do que a verdade
Fez p'ra ser só outro caso mais.
Enquanto for só ternura de Verão
Eu vou,
Enquanto a excitação der para um carinho
Eu dou.
Traz
Uma leveza

Ah, mas concerteza
Eu dou
Um outro melhor bom dia.

Já trocámos nortadas por vento sul
Enquanto demos risadas foi-se o azul
Nem sei qual deles foi azul demais.

Mas não ficará só a sensação de cor
Nem sei o que o coração irá dizer de cor
Se o Inverno for, depois, duro demais.

Trovante

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Júlio Resende e Elisa Rodrigues: A tua frieza gela



A tua frieza gela de António Zambujo e Maria do Rosário Pedreira

domingo, 21 de junho de 2015

Primeira Noite de Verão de Sophia

Comecei a escrever numa noite de primavera, uma incrível noite de vento leste e junho. Nela o fervor do universo transbordava e eu não podia reter, cercar, conter – nem podia desfazer-me em noite, fundir-me na noite.

No gume da perfeição, no imenso halo de luz azul e transparente, no rouco da treva, na quasi palavra de murmúrio da brisa entre as folhas, no íman da lua, no insondável perfume das rosas, havia algo de pungente, algo de alarme.

Como sempre a noite de vento leste misturava extasi e pânico. 

Sophia de Mello Breyner  
 Porto, 9 de maio de 1934

domingo, 14 de junho de 2015

Carlos Carmo e Bernardo Sassetti: No teu poema



No teu poema de José Luís Tinoco

2011: porque amanhã é sempre tarde demais!



2011: Pedro Abrunhosa

Who can say where the road goes | Enya



Only Time by Enya

Who can say where the road goes?
Where the day flows?
Only time
And who can say if your love grows
As your heart chose?
Only time

Who can say why your heart sighs
As your love flies?
Only time
And who can say why your heart cries
When your love lies?
Only time

Who can say when the roads meet
That love might be in your heart?
And who can say when the day sleeps
If the night keeps all your heart,
Night keeps all your heart?

Who can say if your love grows
As your heart chose?
Only time
And who can say where the road goes?
Where the day flows?
Only time

Who knows? Only time

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Júlio Resende e Elisa Rodrigues | Dá-me Lume




Dá-me lume 

Chegaste com três vinténs
E o ar de quem não tem
Muito mais a perder
O vinho não era bom,
A banda não tinha tom,
Mas tu fizeste a noite apetecer.
Mandaste a minha solidão embora,
Iluminaste o pavilhão da aurora,
Com o teu passo inseguro e o paraíso no teu olhar.

Eu fiquei louco por ti,
Logo rejuvenesci,
Não podia falhar!
Dispondo a meu favor
Da eloquência do amor
Ali mesmo à mão de semear
Mostrei-te a origem do bem e o reverso,
Provei-te que o que conta no universo
É esse passo inseguro e o paraíso no teu olhar

Dá-me lume, dá-me lume
Deixa o teu fogo envolver-me, até a música acabar
Dá-me lume, não deixes o frio entrar
Faz os teus braços fechar-me as asas há tanto tempo a acenar

Eu tinha o espírito aberto
Ás vezes andei perto
Da essência do amor
Porém no meio dos colchões
No meio dos trambolhões
A situação era cada vez pior
Tu despertaste em mim um ser mais leve
E eu sei que essencialmente isso se deve
A esse passo inseguro e ao paraíso no teu olhar

Se eu fosse compositor
Compunha em teu louvor
Um hino triunfal
Se eu fosse crítico de arte
Havia de declarar-te
Obra prima à escala mundial
Mas eu não passo de um homem vulgar
Que teve a sorte de saborear
Esse teu passo inseguro e o paraíso no teu olhar

poema de Jorge Palma

quarta-feira, 10 de junho de 2015

SONHO E POESIA | Pedro Lamares



A poesia não se serve em pratos de balança | Pedro Lamares, 2015

 A minha escolha para marcar este dia de Portugal: 

Pedro Lamares diz, de Alberto Caeiro, 'Guardador de Rebanhos' - O meu olhar é nítido como o girassol, Portugal de Jorge Sousa Braga, e este texto de Manuel António Pina. Fica, aqui, o registo escrito deste último.

Manuel António Pina escreveu este texto no Jornal de Notícias, em 9 de novembro de 2005

Os meus gatos dormem durante a maior parte do dia (e, obviamente, durante a noite toda). Suspeito que os gatos têm um segredo, que conhecem uma porta para um mundo coincidente e feliz, por onde só se passa sonhando. Um mundo criado como Deus terá criado o nosso humano mundo, à sua desmesurada imagem. Porque os que sonham são deuses criadores. Os gatos sonham dormindo, os homens sonham fazendo perguntas e procurando respostas.

Mas os meus gatos dormem e sonham porque não têm fome. Teriam, se precisassem de procurar comida, tempo para sonhar? Acontece talvez assim com os homens. Como se o espírito criador fosse, afinal, prisioneiro do estômago. Talvez, então, a mesquinhez de propósitos da nossa vida colectiva radique, como nos querem fazer crer, no défice, e talvez o cumprimento das normas do pacto de estabilidade seja o único sonho que nos é hoje permitido.

E, contudo, dir-se-ia (e isto é algo que escapa aos economistas) que é o sonho, mais do que a balança de pagamentos, que alimenta a vida, e que os povos, como os homens, precisam de mais do que de números. Os próprios números têm (os economistas não o sabem porque a sua ciência dos números é uma ciência de escravos) o poder desrazoável de, não apenas repetir, mas sonhar o mundo.

Há anos que somos governados por economistas e o resultado está à vista. Talvez seja chegada a altura de ser a política (e o sonho) a dirigir a economia e não a economia a dirigir a política. Jesus Cristo «não sabia nada de finanças, / nem consta que tivesse biblioteca», e o seu sonho, no entanto, continua a mover o mundo.


JN, 09/11/2005

terça-feira, 2 de junho de 2015

'Que ninguém há de saber o que disseres'




Cantiga de Amor

Preferias que cantasse noutro tom
Que te pintasse o mundo de outra cor
Que te pusesse aos pés um mundo bom
Que te jurasse amor, o eterno amor

Querias que roubasse ao sete estrelo
A luz que te iluminasse o olhar
Embalar-te nas ondas com desvelo
Levar-te até à lua para dançar

Que a lua está longe e mesmo assim
Dançar podemos sempre, se quiseres
Ou então, se preferires, fica aí
Que ninguém há de saber o que disseres

Talvez até pudesse dar-te mais
Que tudo o que tu possas desejar
Não te debruces tanto que ainda cais
Não sei se me estás a acompanhar

Que a lua está longe e mesmo assim
Dançar podemos sempre, se quiseres
Ou então, se preferires, fica aí
Que ninguém há de saber o que disseres

Podia, se quisesses, explicar-te
Sem pressa, tranquila, devagar
E pondo, claro está, modéstia à parte
Uma ou duas coisas, se calhar

Que a lua está longe e mesmo assim
Dançar podemos sempre, se quiseres
Ou então, se preferires, fica aí
Que ninguém há de saber o que disseres

do álbum 08 de 2008

sexta-feira, 22 de maio de 2015

quarta-feira, 20 de maio de 2015

terça-feira, 19 de maio de 2015

Clandestinos do amor | Ana Moura



Clandestinos do amor de António Pedro Vasconcelos, da banda sonora Os gatos não têm vertigens, do mesmo autor, 2014.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Ninguém faz de propósito, eu sei! Mas acontece tantas vezes ...



"Para celebrar o Dia Internacional da Língua Portuguesa, Vasco Palmeirim convidou os D.A.M.A para se juntarem a ele numa nova versão de Às Vezes. Passou a ser Às Vezes (Escuto e Observo Erros de Português). Juntos, somos os Cavaleiros do Priberam."

Neste poema, enunciam-se muitos dos erros que encontramos por , lamentavelmente, em textos de pessoas que teriam a obrigação e o dever de não os cometer. Podem ouvir com atenção a letra e, em caso de dúvidas, consulte o Ciberdúvidas da Língua Portuguesa. Eu faço-o!